U've Got Mail

Este é o blog oficial da equipa da Say U. Nele partilhamos trends, pensamentos e afins sobre aquilo que melhor sabemos fazer: identificar as ferramentas mais eficientes e eficazes para a comunicação dos nossos clientes.

Movers and Shakers

movers&shakers

Porque é que o storytelling pode fazer a diferença entre uma liderança bem ou mal sucedida?

Todos no mundo empresarial já perceberam que o storytelling é importante, porque somos inundados com dados e informação dos quais não nos conseguiremos lembrar. Mas lembramo-nos de histórias.

Contudo, as histórias são ainda mais importantes porque são espelho da forma como o nosso cérebro funciona. O storytelling é essencial se pretende utilizar a sua mente da forma como ela deve ser utilizada. Lembramo-nos do emocional, do particular e do violento. Esquecemo-nos do aborrecido, do geral e do irrelevante.

Nick Morgan e Denise Brosseau, colaboradores da revista Forbes e Entrepreneur explicam como o storytelling e a liderança andam de mãos dadas e como a capacidade de agarrar as audiências – seja o nosso público, colaboradores ou subordinados, pode definir o sucesso (ou não) da nossa liderança.

Pode ver o artigo de Nick Morgan aqui e o de Denise Brosseau aqui. 

Conferir vida à sua organização através do storytelling

Já aqui debatemos o poder do storytelling, assim como as suas potencialidades enquanto ferramenta de marketing e publicidade. Também já abordámos o modo como esta ferramenta pode ajudá-lo a humanizar a sua empresa e é daqui que parte a rubrica desta semana. Lois Geller, especialista em marketing directo e Rodger Duncan, consultor especializado nas questões de liderança, apontam algumas razões pelas quais vale a pena investir nesta ferramenta e dar mais vida à sua organização.

As histórias ligam-nos aos nossos ouvintes. Quando partilhamos histórias, nossas ou de outros, a nossa audiência sente que passa a conhecer-nos enquanto pessoas reais, que vivem fora do mundo empresarial, que lidaram com problemas e que souberam ultrapassá-los.

As pessoas compram a quem conhecem e confiam – é preciso reconhecer que as relações humanas precisam de acontecer antes de se discutirem conceitos ou estratégias. Relacione-se com os seus possíveis clientes, as suas audiências e fale dos negócios.

“Embrulhe” a sua empresa numa história real, que valha a pena partilhar.

Veja aqui como pode trazer mais vida à sua organização.

Storytelling enquanto uma forte ferramenta de marketing.

Você não é estranho a uma boa história. De certeza que tem alguém na família que o prende pelo modo como conta as suas histórias, mesmo que não sejam 100% verdadeiras. Porém, mesmo assim, faz com que viva emoções e com que fique expectante sobre os acontecimentos seguintes.

É este o seu objetivo enquanto especialista de Marketing e de Comunicação. Não quer criar um anúncio e deixá-lo cair no vazio. Quer que as pessoas estabeleçam ligações consigo e com a sua marca.

Muitas vezes, quando confrontados com um determinado cenário, refletimos numa história que se correlaciona com a situação. Conseguimos lembrar-nos sempre de histórias porque elas estão ligadas a emoções, mas nem sempre nos lembramos de uma lista de compras. As histórias funcionam porque se tratam de memorizar eventos que têm algum significado para si, enquanto pessoa e não porque é obrigado.

Saiba mais sobre a ligação entre o marketing e o storytelling  aqui.

O Mito do Trabalho Árduo Vs o Trabalho Eficiente

Mike Rowe sublinhou recentemente a dicotomia entre o “trabalhar árduo” – hard work, baseado no ideal romântico dos colarinhos azuis, e o “trabalhar com inteligência” – smart work, baseado numa noção urbana empunhando um BlackBerry. Apesar de esta distinção pretender ilustrar o contraste entre as perceções do “colarinho azul” com as do “colarinho branco”, Michael Moroney questiona-se porque é que ele existe. Não será possível fazer as duas coisas: trabalhar arduamente e com inteligência?

Apesar de a nossa história ser marcada pelo “trabalho árduo”, com a evolução das economias ocidentais e a crescente importância do 3º setor nas mesmas, começou-se a olhar para o “trabalho árduo” como uma relíquia do passado industrial, analógico e a incentivar as crianças a trabalhar com “a inteligência” e não “arduamente”

Crescer embrenhado na doutrina do “mais inteligente, menos difícil” tem as suas vantagens, claro. Até pode ser visto como uma capacidade essencial, mas só corresponde a metade na equação. Nenhum empreendedor lhe dirá que é um substituto do trabalho árduo e do compromisso. O trabalho eficiente poupa tempo, é verdade, mas isso não tem significado a não ser que o utilizemos de forma ótima.

Trabalho árduo e trabalho eficiente não são, por si só, suficientes para o sucesso de um negócio, mas são essenciais e não devem ser tratados como mutuamente exclusivos.

To Know

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